Pelo menos 18 mortos em confrontos e incêndio em discoteca na Indonésia

Fonte: O País

@Getty

Pelo menos 18 pessoas morreram após confrontos entre dois grupos na segunda-feira à noite numa discoteca que foi consumida pelas chamas em Sorong, uma cidade na Papua Ocidental da Indonésia, informou hoje a polícia.

Uma vítima foi esfaqueada e outras 17 morreram no incêndio na discoteca Double que deflagrou durante a violência, disseram as autoridades, citada pelo Notícias ao minuto.

“Encontrámos 17 corpos no Double O, todos no segundo andar. Transportámos os corpos para o Hospital Selebe Solu”, disse o chefe da divisão de saúde da polícia de Sorong, Edward Panjaitan.

“O incêndio na discoteca começou no primeiro andar. Tentámos evacuar o maior número de pessoas possível, mas depois dos bombeiros terem apagado o fogo esta manhã, encontrámos lá corpos”, disse o chefe de Polícia de Sorong, Ary Nyoto Setiawan, em comunicado.

“O confronto começou ontem (segunda-feira) à noite, um conflito que se arrasta desde um conflito no sábado”, acrescentou.

Rúben Amorim volta a chamar Geny Catamo

Fonte: Folha de Maputo

@folha de maputo

O internacional moçambicano, Geny Catamo, treinou nesta segunda-feira (24), com a equipa principal do Sporting, com vista a preparar o embate da quarta-feira frente ao Santa Clara, da final four da Taça da Liga.

Segundo escreve o Jornal o Jogo, citando o site oficial, Rúben Amorim chamou à sessão de trabalho Geny Catamo, extremo moçambicano de 20 anos que leva uma aparição esta época pela equipa principal.

O extremo moçambicano, após cumprir com o isolamento depois de ter testado positivo à Covid-19, alinhou a titular no triunfo da equipa “B” dos Leõs, no último sábado (22), sobre a Cova de Piedade por (2-1), em partida referente a 16ª jornada da liga 3.

Militares do Burkina Faso confirmam tomada de poder

Fonte: Folha de Maputo

@Folha de Maputo

Os militares que iniciaram no domingo um golpe de Estado no Burkina Faso confirmaram ontem, numa declaração na televisão estatal, que tomaram o poder e anunciaram a dissolução do Governo e do parlamento.

Na aparição televisiva, em que surgiram mais de uma dúzia de militares, um porta-voz, o capitão Sidsoré Kader Ouédraogo, leu dois comunicados, dando conta que os militares puseram fim ao poder do Presidente burquinabê, Roch Kaboré, que governava este país da África ocidental desde 2015.


Na mensagem, o chamado Movimento Patriótico para a Salvaguarda e Restauração anunciou que iria trabalhar para estabelecer um calendário “aceitável para todos” para a realização de novas eleições, sem adiantar mais pormenores.

As organizações internacionais, nomeadamente a União Europeia, União Africana e Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), bem como os EUA, já sublinharam a sua preocupação com os acontecimentos no Burkina Faso e responsabilizaram as forças armadas pela integridade física do Presidente Kaboré.

O Presidente Kaboré, no poder desde 2015 e reeleito em 2020 com a promessa de lutar contra os terroristas, tem vindo a ser cada vez mais contestado por uma população atormentada pela violência de vários grupos extremistas islâmicos e pela incapacidade das forças armadas do país responderem ao problema da insegurança.

Vários quartéis no Burkina Faso foram este domingo palco de motins de militares, que exigiram a substituição das chefias militares e os “meios apropriados” para combater os grupos terroristas, que atacam o país desde 2015.

Kaboré lidera o Burkina Faso desde que foi eleito, em 2015 (reeleito em 2020), após uma revolta popular que expulsou o então Presidente, Blaise Compaoré, no poder durante quase três décadas.

Ainda que reeleito em novembro de 2020 para mais um mandato de cinco anos, Kaboré não conseguiu combater a frustração que tem vindo a crescer devido à sua incapacidade de conter a propagação da violência terrorista no país.

Os ataques ligados à Al-Qaida e ao grupo extremista Estado Islâmico têm vindo a aumentar sucessivamente desde a chegada ao poder do atual Presidente, reclamando já milhares de vidas e forçando a deslocação de um número estimado pelas Nações Unidas de 1,5 milhões de pessoas.

Também os militares vêm a sofrer baixas desde que a violência extremista começou em 2016. Em dezembro último, mais de 50 elementos das forças de segurança foram mortos na região do Sahel e nove soldados foram mortos na região centro-norte em novembro.

Fonte: “Notícias ao Minuto”.

PRM apreende 50 pontas de marfim numa residência em Maputo

Fonte: Folha de Maputo

@Folha de Maputo

A polícia apreendeu 50 pontas de marfim numa residência no distrito de Boane, arredores de Maputo, anunciou esta segunda-feira fonte da corporação.

Uma nota da “Rádio Moçambique”, indica que as autoridades desconhecem a proveniência das pontas de marfim, avançando que podem ter resultado do abate de 25 elefantes de diferentes áreas de conservação do país, disse Henrique Mendes, porta-voz do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic), na província de Maputo, durante uma conferência de imprensa.

Segundo as autoridades, não houve ainda detidos em relação com o caso.

O Sernic, em coordenação com a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) de Moçambique, está a desenvolver um trabalho visando “descobrir a real proveniência das pontas”, referiu o porta-voz.

A caça furtiva em Moçambique tem sido uma grave ameaça à vida selvagem no país, tendo reduzido drasticamente algumas espécies, segundo dados oficiais.

De acordo com os últimos dados da ANAC, desde 2009, o país perdeu pelo menos dez mil elefantes e, só na Reserva do Niassa, no norte do país, o número total desta espécie passou de 12.000 para 4.400 em três anos (entre 2011 e 2014).

Relatórios mais recentes indicam que o país perdeu, entre 2011 e 2016, 48% da população de elefantes.

Tempestade “Ana” destrói no Centro e Norte

Fonte: Notícias

@Notícias

AS províncias de Nampula, Zambézia, Niassa, Sofala, Manica e Tete sofreram ontem ventos fortes e chuvas intensas, causadas pela passagem da tempestade tropical Ana, na sua passagem, vinda do Madagáscar.

Segundo um comunicado do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) a tempestade “Ana” reduziu de intensidade, passando a depressão tropical, com epicentro próximo à costa do distrito de Angoche, causando chuvas acima de 200 milímetros, ventos fortes até 100 quilómetros/hora e rajadas de 130 quilómetros por hora.

As chuvas e ventos fortes fustigaram todos os distritos da província de Nampula e Zambézia, alguns de Sofala e com previsão de ter afectado todos os distritos de Manica e Tete.

Relatos vindos da província de Nampula indicam a destruição de casas, escolas e hospitais como rescaldo preliminar da passagem de “Ana” pelos distritos de Liúpo, Memba, Larde e Mogovolas, de acordo com dados preliminares partilhados pelo Comité Operativo de Emergência (COE).

De acordo com a directora dos Serviços Sociais de Nampula, Munira Abdou, à margem da 1.ª reunião do COE, a “Ana” destruiu igualmente outras infra-estruturas socioeconómicas públicas e privadas nos distritos de Moma e Larde, a sul da província de Nampula.

Em Nacala-Porto, o registo aponta que 750 famílias ficaram desprovidas da corrente eléctrica e outras 15 viram as suas casas desabar na sequência da chuva e ventos fortes.

Os efeitos da “Ana” fizeram-se sentir também em todos os distritos da província da Zambézia, com o rio Licungo a ficar com um caudal muito alto, à jusante, tornando intransitáveis os troços rodoviários que ligam Mocuba-Lugela, Mocuba- Mocubela e Mulumbo-Milange, segundo o boletim diário da Direcção Nacional de Gestão dos Recursos Hídricos (DNGRH).

Perante este cenário, a DNRGH, as administrações regionais de águas e o INAM apelam às populações que residem em zonas baixas e ribeirinhas para retirada imediata para áreas seguras.

As autoridades prevêm que cerca de 600 mil pessoas das províncias de Nampula, Zambézia, Niassa, Tete e Sofala, possam ser afectadas pelos efeitos da “Ana”. Face a esta situação, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastre (INGD) mobilizou meios e apoio humanitário. Luísa Meque, presidente do INGD, referiu que uma equipa multissectorial de nível central deslocou-se às províncias visadas para apoiar as famílias em situação de risco.

Declarante diz ter recebido 37.5 milhões da ré Ângela Leão

Fonte: Notícias

@Notícias

O DECLARANTE Miguel Alberty, da empresa Mozago, afirmou ontem em tribunal ter sido pago um total de 37.5 milhões de meticais pela prestação de serviços imobiliários a favor da ré Ângela Leão, esposa do co-réu Gregorio Leão, antigo director-geral do SISE. 

Segundo explicou, deste valor, pouco mais de 15 milhões foram pagos directamente à sua empresa, das mãos da ré Ângela Leão e acima de 20 milhões de meticais disponibilizados através de transferências bancárias efectuadas pela empresa M Moçambique Construções, do réu Fabião Mabunda. 

O declarante revelou que o montante serviu para pagar obras de construção e acabamento de uma moradia da ré, localizada no bairro da Matola-Rio, no município de Boane, província de Maputo. 

Esclareceu ainda que as facturas dos trabalhos que a Mozago prestou eram fornecidas pelos co-réus Ângela Leão e Fabião Mabunda. Aliás, disse que nunca chegou a perceber por qual razão os pagamentos eram feitos por um outro empreiteiro. 

“Contudo, fomos informados sem qualquer justificação que tínhamos de abandonar a obra, o que nos encontrou de surpresa visto que no terreno estávamos com 40 trabalhadores. Nessa altura, tínhamos material de pouco mais de um milhão de meticais que até hoje não fomos pagos”, explicou o declarante, sublinhando ter dinheiro em falta por receber da ré Ângela Leão pelos trabalhos realizados. 

Entretanto, ontem estava ainda prevista a audição do declarante Márcio Ferreira, o que não foi possível porque o mesmo reside em Portugal, há mais de um ano. 

O tribunal deu ainda a conhecer que não conseguia localizar a declarante Caice Duarte Salé, esposa do réu António Carlos do Rosário. 

Aliás, o juiz revelou que não está a conseguir localizar para poder notificar alguns dos declarantes que estabeleceram relações de negócio com a ré Ângela Leão, tendo muitos deles deixado o país. Por essa razão, o tribunal apresentou o reajuste do calendário para dar seguimento as audições. 

É assim que hoje são ouvidos Elcy Venichand e Glória Simione. Na quinta-feira será a vez de Eugénia Mapandzene, Carlos Malate e Eduardo Magaia, para na sexta-feira seguir-se Tomás Mabjaia, Gilberto Mabjaia e Salomão Mabjaia. 

O antigo Ministro das Pescas, Victor Borges, será ouvido no dia 31 do mês em curso juntamente com Filipe Silvestre. Para o dia 1 de Fevereiro está agendada a audição de Carolina Piedade e Naldo Manjate.

O tribunal vai ouvir no dia 10 de Fevereiro o antigo Ministro do Interior, Alberto Mondlane, e no dia 11 o Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane. 

Dia 14 será a vez de Mohamed Fakih por videoconferência, uma vez que o mesmo se encontra na Argélia. 

As audições dos declarantes encerra no dia 17 de Fevereiro com o antigo Presidente da República, Armando Guebuza.  Para os dias 7 e 8 estavam agendadas audições que o tribunal resolveu antecipá-las, razão pela qual o juiz alertou aos intervenientes processuais para aproveitarem esboçar as alegações finais. Conforme justificou Efigênio Baptista, não haverá outro momento para tal exercício, daí que uma vez terminada a audição dos declarantes seguir-se-á a apresentação das alegações finais para depois marcar a data da leitura da sentença.

Registados 3.113 recuperados da COVID-19 em 24h

Fonte: O País

Foto: O País

Mais 3.113 pessoas ficaram livres da COVID-19 nas últimas 24 horas, das quais 811 foram registadas na província de Niassa. Deste modo, o cumulativo de recuperados da doença viral elevou-se para 205.273.

No mesmo período, 56 pessoas acusaram positivo para o novo Coronavírus. A maioria dos casos hoje reportados foram registados na Cidade de Maputo, com 40 infecções.

De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de positividade foi de 6.99%. O cumulativo de casos é de 222.652, dos quais 222.283 são de transmissão local e 369 importados.

Numa nota de imprensa, as autoridades da Saúde dizem que houve registo de três novos internamentos e oito altas hospitalares. Actualmente, encontram-se hospitalizados 96 doentes, sendo que 37 estão a ser submetidos à oxigenoterapia.

“Lamentamos profundamente a morte de mais dois pacientes com COVID-19, cujas idades variam entre 24 e 39 anos. Desse modo, o país passou a ter um cumulativo de 2.159 óbitos por COVID-19”, refere a nota.

Neste momento, Moçambique tem 15.216 casos activos do novo Coronavírus.

Reinildo Mandava não é “colchonero”…por enquanto!

Fonte: O País

Foto: AS.com

Reinildo Mandava não será jogador do Atlético, pelo menos por agora. Depois de passar a manhã desta segunda-feira em Madrid, concretamente nas instalações do Atlético Madrid para assinar o acordo, o internacional moçambicano tão cobiçado, pelo campeão espanhol, regressou a França à espera do acordo entre os “rojiblancos” e o Lille que permitirá aos três terminar a presente época a jogar por Diego Simeone.

Algo que não vai acontecer neste momento por falta de acordo entre os dois clubes, mas que pode ser resolvido nos próximos dias, algo que é vontade de ambas as partes, Atlético e Reinildo. Ambos, nesse sentido, querem resolver a questão para que o lateral esquerdo se junte ao clube e possa estar disponível no próximo jogo contra o Barcelona.

A oferta do Atlético não chega aos 2 milhões de euros e os franceses do Lille querem obter algo mais para um futebolista que, não esqueçamos, termina o seu contrato a 30 de Junho. Um trunfo da Diretoria de Desportos chefiada por Andrea Berta para não pagar uma quantia mais alta. Seja como for, as negociações vão continuar e há optimismo de que o acordo permitirá ao jogador chegar ao Atlético Madrid, que conheceu esta manhã.

INAM prevê continuação da ocorrência de chuvas moderadas a fortes no norte e centro do país

Fonte: O País

Foto: Sejusp

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê céu cinzento, ocorrência de chuvas moderadas a fortes e Vento a soprar, por vezes, com rajadas em algumas cidades do centro  e norte do país.

Na região centro, as urbes da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane poderão registar temperaturas máximas de 29,26, 28 e 29 e mínimas de 26, 18, 24 e  24 graus Celsius, respectivamente.

As cidades de Nampula, Pemba e Lichinga, no norte do país, poderão atingir temperaturas máximas de 28, 31 e  21 e  mínimas de 22, 16 e 14  graus, respectivamente.

Para as cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo, no sul do país, prevêem-se máximas de 31,31,29 e 31 e mínimas de 23,25, 25 e 26 graus Celsius, respectivamente.

Matola celebra 50 anos de existência e aponta desafios por superar

Fonte: O País

Foto: O País

A construção do aterro sanitário de Matlhamele, no Município da Matola, continua refém da conclusão do reassentamento de centenas de famílias que se encontram no traçado da infra-estrutura, bem como do pagamento de indemnizações. Enquanto isso não acontece, a edilidade diz que vai construir usinas para a transformação das 1.200 toneladas de lixo produzido, diariamente, em energia. 

Até 2014, o Município da Matola cresceu de cerca de 170 milhões de meticais para 600 milhões de meticais, dinheiro que é usado para despesas correntes do funcionamento e não investimento. Contudo, mesmo com esse crescimento a edilidade ainda enfrenta problemas de saneamento, inundações, estradas degradadas, transporte insuficiente, ocupação ilegal da terra e desordenado do solo urbano.

Alguns destes problemas são reconhecidos pelo próprio edil, numa altura em que o Município da Matola prepara a celebração dos 50 anos da sua elevação à categoria de cidade.

Esta segunda-feira, Calisto Cossa disse que o projecto do aterro sanitário de Matlhamele não está abandonado e explicou: “há um trabalho que está sendo feito desde essa altura de mobilização dos munícipes que tinham ocupado os terrenos para serem reassentados em outro terreno. Houve um levantamento, também porque entramos em acordo de que devia haver no mínimo uma compensação, estamos a trabalhar com o Fundo de Desenvolvimento Sustentável, para que isso se efective. Há atrasos, temos que reconhecer, temos que assumir que não significa abandono, mas há que respeitar essas situações a que me referi”, concluiu Cossa.

E enquanto as obras do aterro não são concluídas, o município avança com outras soluções para minimizar a situação do lixo na cidade.

De acordo com o edil da Matola, os cálculos feitos há 4 anos apontam para a produção de 1200 toneladas por dia, naquela autarquia, o que está a inquietar os vários intervenientes, desde os munícipes e própria edilidade. ” Nós queremos transformar o lixo em luxo, porque lixo dá dinheiro, por isso decidimos que devíamos criar usinas para aproveitamento desse lixo, na produção de energia, pelo que há várias realizações que nós temos nas celebrações dos 50 anos.”

Apesar dos desafios existentes, o elenco de gestão municipal reclama para si vários ganhos na melhoria da rede viária, no provimento de água, na segurança dos munícipes e construção de várias infra-estruturas de utilidade pública.

No âmbito da celebração dos 50 anos da Matola, há apostas na construção de mais estradas e reabilitação de outras. O edil anunciou, igualmente, a construção de novas valas de drenagem e o orçamento para o efeito já está garantido. O Município aposta também na digitalização da cidade, aliás, o lema escolhido para os 50 anos é “transformação digital para bem servir”.

Calisto Cossa disse que nessa perspectiva, em breve, a sua administração vai transformar os processos administrativos em digitais e promete a colocação de pontos gratuitos de acesso à Internet, ao longo do espaço autárquico.

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