Nova manada de elefantes invade comunidades e destrói 27 hectares de culturas 

Fonte: Observador

40 elefantes invadiram zonas residenciais e destruíram 27 hectares de diversas culturas no norte de Moçambique, Em julho, uma manada destruiu 15 casas de construção precária e os respetivos celeiros.

Uma manada de 40 elefantes invadiu zonas residenciais e destruiu 27 hectares de diversas culturas no distrito de Marrupa, na província de Niassa, no norte de Moçambique, anunciou esta terça-feira fonte oficial.

Os elefantes, da Reserva do Niassa, invadiram os postos administrativos de Marangira e Marrupa-sede, regiões onde se regista com frequência o conflito entre o homem e os animais, disse Raju Momade, diretor dos Serviços Distritais de Atividades Económicas de Marrupa, citado hoje pela Rádio Moçambique.

Neste momento, os animais que nos estão a criar mais problemas são os elefantes. A zona onde mais ocorre [o conflito] é mesmo no corredor do posto administrativo de Marrupa-sede”, referiu Momade.

Segundo o responsável, a direção da Reserva do Niassa distribuiu 50 foguetes pelas comunidades para afugentar os animais, num distrito onde foram registados 37 casos de conflito entre o homem e a fauna-bravia desde março.

Marrupa integra a lista de oito distritos que estão próximos da Reserva do Niassa, a maior área protegida de Moçambique.

Em finais de julho, outra manada de 50 elefantes invadiu uma área residencial do distrito de Machaze, na província de Manica, já no centro do país, tendo destruído 15 casas de construção precária e os respetivos celeiros.

Conflitos entre homens e animais são frequentes em várias regiões rurais próximas de áreas de conservação em Moçambique.

Segundo dados oficiais mais recentes, de 2020, um total de 97 moçambicanos morreram e 66 ficaram feridos só em ataques registados (outros não chegam a ser reportados) de animais selvagens, a maioria por crocodilos, segundo a Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC).

No mesmo ano foram devorados 258 animais domésticos, entre gado bovino, ovino e caprino, por leões, hienas e crocodilos, além de 248,81 hectares de diversas culturas destruídas.

Filme de Júlio Silva exibido nos Países Baixos

Fonte: O País

A longa-metragem O poeta da ilha, da autoria de Júlio Silva, será exibida nos dias 26 e 28 deste mês de Agosto, nas cidades de Roterdão e de Zaandam, sempre nos Países Baixos.

A mais recente produção cinematográfica de Júlio Silva será exibida nos Países Baixos, num evento da TV Letra das Ilhas. A primeira sessão está agendada para dia 26 de Agosto, a partir das 20 horas, na sala de Pelgrimsstraat de Roterdão. Já a segunda sessão irá acontecer às 14 horas do dia 28 de Agosto, em Zaandam.

Com 85 minutos de duração, a longa-metragem O poeta da ilha, de Júlio Silva, foi rodada em Cabo Verde, tendo sido estreada em Luxemburgo. Em geral, é um filme adaptado de factos reais, que retrata a história sobre a luta que os cabo-verdianos fizeram na clandestinidade durante a época colonial.

Desde a estreia até aqui, o cineasta revela que o feedback do público que viu a longa-metragem tem sido fantástico. E lembra que: “Através da Rádio Televisão de Cabo Verde, em comemoração do aniversário da agência do Sal, fizemos uma tournée por quatro ilhas de Cabo Verde (Ilha do Sal nos Espargos e em Santa Maria, na Ilha  de São Vicente fizemos duas sessões no Centro Cultural do Mindelo e na Sala do Alaim, fizemos quatro sessões em três conselhos da Ilha de S. Antão – Porto Novo, Ribeira Grande, Ponta do Sol e Paul”.

Ainda em Cabo Verde, a longa-metragem O poeta da ilha, de Júlio Silva, também foi levada à capital Cidade da Praia, onde foi projectada no Palácio da Cultura Ildo Lobo e na Sala de Conferências do Hotel Trópico. Em todas as sessões, realça o cineasta, teve sala cheia.

Tendo sido um sucesso em Cabo Verde, Júlio Silva afirma que o filme falado em crioulo cabo-verdiano e português, com legendas em francês e inglês, começa a ser exibido em vários países onde vivem cabo-verdianos. “Depois desta etapa de promoção e divulgação do filme, vejo o meu nome a ser falado como realizador moçambicano”.

O filme O poeta da ilha foi premiado no Festival Internacional das Migrações em Luxemburgo, inclusive, com várias distinções aos actores.

África do Sul: Produtores de Citrinos Queixam-se de Novas Restrições da UE

Fonte: Diário Económico de Moçambique

Os produtores de citrinos da África do Sul acusaram a União Europeia (UE) de impor novas medidas de armazenamento a frio “sem base científica” para limitar a entrada da fruta sul-africana na Europa.

“Não há dados disponíveis que indiquem que a África do Sul é um risco real para a Europa”, adiantou Hendrik Warnich, um dos principais produtores de citrinos no Cabo Ocidental.

O produtor sul-africano, citado pela imprensa local, sublinhou que este sector agrícola na África do Sul tem medidas de controlo de qualidade “muito rigorosas” para as suas exportações de citrinos, acrescentando que a nova directiva europeia imposta aos agricultores sul-africanos coloca-os sob uma maior pressão financeira.

Em causa está uma nova medida anunciada recentemente pela UE, que passou a exigir que os citrinos provenientes da África do Sul sejam submetidos a processos de tratamento em frio extremo prévio, por períodos específicos, antes da sua entrada no mercado europeu, como forma de se evitar (aparentemente) a “infestação de traças” na fruta. Todavia, este processo de armazenamento a frio já é feito na África do Sul antes da exportação da fruta para mercados exigentes como o do Médio Oriente, segundo os operadores sul-africanos.

De acordo com a imprensa sul-africana, o Governo de Pretória terá apresentado uma queixa comercial junto da Organização Mundial do Comércio contra a medida da UE. As exportações de citrinos da África do Sul registaram um crescimento na receita na ordem dos oito mil milhões de rands (471 milhões de euros), em 2014, para mais de 30 mil milhões de rands (1,7 mil milhões de euros) no ano passado, segundo a imprensa sul-africana.

Autocarro com 50 passageiros despista-se e derruba muro em Maputo

Fonte: O Pais

Um autocarro com 50 pessoas a bordo despistou-se quando tentava esquivar um buraco na Avenida do Trabalho e embateu contra o muro de uma empresa, na Cidade de Maputo. Além de danos materiais na viatura, o motorista contraiu ferimentos ligeiros.

Uma viagem que começou pelas 4 horas da manhã desta quarta-feira, no terminal rodoviário de Zimpeto, e que tinha como destino o Museu, foi involuntariamente interrompida por um acidente que deixou a parte frontal do autocarro destruída e o muro de uma empresa derrubado. Rui Ramos, o motorista do autocarro, explica o que aconteceu.

“De repente, deparei-me com uma cova, mas vi água a escorrer. Não esquivei, passei pelo meio da água e o carro embateu contra uma cova enorme, tendo (o veículo) virado para a direita. Tentei virá-lo para a esquerda, não consegui, e o autocarro acabou por embater contra o muro”.

Na hora de calcular os prejuízos, Alberto Gove, funcionário da empresa prejudicada, disse que é prematuro avaliar os danos. “Neste momento, só fizemos um levantamento preliminar, para saber do nível dos danos, mas importa dizer que é preciso remover o autocarro para podermos ver que tipo de danos sofreu; o muro e as portas estão todos danificados”.

Sem gravar entrevista, a cooperativa do corredor um (COTRAC 1) deu a conhecer que aquele autocarro circulava a alta velocidade.

Fome à espreita no Malawi

Fonte: RM

Três ponto oito milhões de pessoas poderão enfrentar fome no Malawi, a partir de Outubro deste ano.

A situação poderá estender-se até Março de 2023, abrangendo 21 distritos, com maior destaque para a região sul do país.

O número de pessoas a ser atingido pela fome, é tido como o maior dos últimos cinco anos.

São dados divulgado,s esta terça-feira, pela análise da Classificação Integrada da Fase de Segurança Alimentar, realizada sob o patrocínio do Comité de Avaliação de Vulnerabilidade do Malawi.

A maioria do universo de 3,2 milhões de pessoas, vive em áreas rurais e 623.000 estão localizadas na zona urbana.

As projecções oficiais da presente safra mostram uma produção de alimentos ligeiramente acima da média, mas o problema prende-se com os preços de milho que se mantém altos, devido aos custos de insumos e às tendências globais.

No geral, espera-se que a situação da segurança alimentar se deteriore cada vez mais, devido a alta de preços, exacerbados pela inflação e pelo impacto da guerra Rússia-Ucrânia.

O relatório observa que os principais factores da anunciada crise alimentar, são os choques climáticos experimentados em todo o país. A seca, ciclones e inundações, concorreram para uma produção agrícola abaixo da média.

O documento aponta igualmente a desvalorização do kwacha, moeda local, em 25 por cento, os altos preços de insumos, o contínuo aumento da inflação de alimentos, como alguns dos factores que têm empurrado milhões de pessoas para a fome.

O porta-voz do Departamento de Assuntos de Gestão de Desastres, Chipiliro Khamula, disse que sob o Plano de Resposta a Emergências da Tempestade Tropical Ana e como parte das intervenções de recuperação, está planeada a distribuição de insumos agrícolas para famílias, cujas culturas foram destruídas após os efeitos devastadores da tempestade tropical Ana.

O porta-voz do Ministério da Agricultura, Gracian Lungu, minimizou o problema, afirmando que o país tem milho em quantidade suficiente.

Segundo Lungu, o governo já mobilizou 12 biliões de kwachas para a compra de 50.000 toneladas métricas de milho, que será distribuído gratuitamente às pessoas afectadas quando a crise atingir o pico. ( RM Blantyre)

Tomaz Salomão e Luísa Diogo consideram medidas arrojadas

Fonte: O Pais

Os antigos governantes com experiência no sector de economia e finanças acreditam que as medidas são oportunas e podem ter impactos na vida das empresas e dos cidadãos, mas defendem um acompanhamento rigoroso na sua implementação.

“Temos que olhar as medidas como um pacote e elas fazem sentido quando forem olhadas como um pacote. Trata-se de um pacote que traz mudanças, transformações na forma de ser, estar e fazer as coisas, a nível do Estado, do sector privado, das instituições e a nível de todos nós como cidadãos. Só a medida que prevê que o visto de turismo e o de negócios são unificados tem um impacto na simplificação de procedimentos numa dimensão impressionante. Cada um de nós, a nível do sector em que está, deve estudar, analisar o seu papel para que possamos dar o nosso contributo individual e colectivo, para que possamos continuar a desenvolver o nosso país”, destacou Tomaz Salomão.

Na mesma linha, embarcou Luísa Diogo para quem o Parlamento tem um papel fundamental para a materialização efectiva de algumas das medidas anunciadas pelo Presidente da República.

“Tenho muita esperança que estas medidas vão resultar. Não há dúvidas de que terá de haver uma matriz com datas muito claras, responsabilidades muito claras e um bom capataz. Acho que o ministro da Economia e Finanças está preparado para este desafio. Ele precisa apenas de montar a sua equipa para que possa fazer o seguimento e não ter timidez de abordar os colegas quando a matiz não estiver a ser obedecida. Outro desafio está com o Parlamento, porque grande parte da nossa regulamentação é parlamentar. Isso quer dizer que a Assembleia deve organizar-se para acelerar o passo”, defendeu.

O economista Hipólito Hamela também vê com bons olhos as medidas anunciadas.

“A questão do IRPC na agricultura foi uma decisão bem acertada. Era um problema que apoquentava o sector e prejudicava os investidores. Relativamente ao procurament do Governo privilegiar compras internas foi perfeito, pois o Estado é um grande cliente do sector privado e, se ele prioriza produtos locais, estimula a geração do emprego e o crescimento das empresas”, concluiu.

Ivan Mazuze selecciona futuros executores do jazz na Noruega

Fonte: O Pais

 Há muitos anos que o saxofonista Ivan Mazuze vive na Noruega. Naquele país europeu, Mazuze desempenha a função de Conselheiro Nacional para o Fórum de Jazz Norueguês, uma organização de cariz artístico-cultural que reúne a comunidade de jazz local e que trabalha na promoção do género musical e das acções inerentes.

Na Noruega, entre 17 e 22 do mês passado, decorreu o Molde Jazz Festival. Na sua vasta programação, o evento integrou a iniciativa Jazzintro, que teve como um dos membros de júri Ivan Mazuze.

Segundo uma nota de imprensa, o saxofonista moçambicano trabalhou com alguns dos principais músicos de jazz da Naruega, nomeadamente, Ellen Brekken (baixista), Dag Magnus Narvesen (baterista) e Sanskriti Shrestha (tablaista).

A nota de imprensa acrescenta que Jazzintro é um programa de lançamento de talentos destinado a jovens músicos de jazz noruegueses. Os vencedores deste ano irão exibir-se, além dos principais clubes de jazz locais, nos maiores festivais de jazz noruegueses, tais como Vossa Jazz Festival, Molde Jazz Festival, NattJazz Festival, Kongsberg Jazz Festival e Mai Jazz Festival.

Entre 55 inscrições ao programa Jazzintro, avança a nota de imprensa, oito bandas foram seleccionadas para participar, designadamente, Bento Box, Munch Trio, Peders Hode, Ototoi, Joakin Rainer Trio, Firvel, Ask Morris Quartet e Stenøien/Hjemmen/Heide Bø. O júri refere que “No processo de selecção, gostamos de ouvir as demos enviadas, onde não foi fácil escolher apenas oito bandas”.

Conforme entende Ivan Mazuze, citado na mesma, esta é uma experiência enriquecedora pela responsabilidade de poder fazer parte do júri que escolhe os futuros executores do jazz – sendo um artista moçambicano – e por poder contribuir para o crescimento do estilo musical na Noruega e no mundo.

Desde a sua criação, em 1998, Jazzintro tem sido muito importante para destacar talentos do jazz norueguês. Muitos dos grandes nomes do jazz de hoje participaram do Jazzintro no início das suas carreiras, como Mathias Eick, Stian Westerhus, Anja Lauvdal, Gard Nilssen, Marius Neset, Hanna Paulsberg e Morten Qvenild. Os vencedores anteriores incluem Monkey Plot, Albatrosh, Puma, In the Country, Urban Connection, Megalodon Collective e Kongle Trio.

Filme de Júlio Silva exibido nos Países Baixos

Fonte: O Pais

A longa-metragem O poeta da ilha, da autoria de Júlio Silva, será exibida nos dias 26 e 28 deste mês de Agosto, nas cidades de Roterdão e de Zaandam, sempre nos Países Baixos.

A mais recente produção cinematográfica de Júlio Silva será exibida nos Países Baixos, num evento da TV Letra das Ilhas. A primeira sessão está agendada para dia 26 de Agosto, a partir das 20 horas, na sala de Pelgrimsstraat de Roterdão. Já a segunda sessão irá acontecer às 14 horas do dia 28 de Agosto, em Zaandam.

Com 85 minutos de duração, a longa-metragem O poeta da ilha, de Júlio Silva, foi rodada em Cabo Verde, tendo sido estreada em Luxemburgo. Em geral, é um filme adaptado de factos reais, que retrata a história sobre a luta que os cabo-verdianos fizeram na clandestinidade durante a época colonial.

Desde a estreia até aqui, o cineasta revela que o feedback do público que viu a longa-metragem tem sido fantástico. E lembra que: “Através da Rádio Televisão de Cabo Verde, em comemoração do aniversário da agência do Sal, fizemos uma tournée por quatro ilhas de Cabo Verde (Ilha do Sal nos Espargos e em Santa Maria, na Ilha  de São Vicente fizemos duas sessões no Centro Cultural do Mindelo e na Sala do Alaim, fizemos quatro sessões em três conselhos da Ilha de S. Antão – Porto Novo, Ribeira Grande, Ponta do Sol e Paul”.

Ainda em Cabo Verde, a longa-metragem O poeta da ilha, de Júlio Silva, também foi levada à capital Cidade da Praia, onde foi projectada no Palácio da Cultura Ildo Lobo e na Sala de Conferências do Hotel Trópico. Em todas as sessões, realça o cineasta, teve sala cheia.

Tendo sido um sucesso em Cabo Verde, Júlio Silva afirma que o filme falado em crioulo cabo-verdiano e português, com legendas em francês e inglês, começa a ser exibido em vários países onde vivem cabo-verdianos. “Depois desta etapa de promoção e divulgação do filme, vejo o meu nome a ser falado como realizador moçambicano”.

O filme O poeta da ilha foi premiado no Festival Internacional das Migrações em Luxemburgo, inclusive, com várias distinções aos actores.

Black Bulls vs Ferroviário de Nacala remarcado para domingo

Fonte: O País

Inicialmente agendado para sábado, o duelo Associação Black Bulls vs Ferroviário de Nacala, inserido na 8ª jornada do Moçambola 2022, foi remarcado para domingo.

A alteração do dia do jogo deve-se ao facto de os campeões nacionais terem jogado hoje com o Desportivo da Matola, em desafio dos oitavos-de-final da Taça de Moçambique.

Os “Touros” solicitaram, desta forma, que recebessem os “locomotivas” de Nacala 72 horas depois de jogarem o acesso às meias-finais da Taça de Moçambique.

A Associação Black Bulls vai procurar, nesta partida, a sua quarta vitória na prova e não deixar fugir o líder União Desportiva do Songo, com 19 pontos, mais sete em relação aos campeões nacionais. Na última ronda, o conjunto orientado por Inácio Soares derrotou a Liga Desportiva de Maputo, por 1-0.

Em casa, esta temporada, a Associação Black Bulls perdeu apenas uma partida, tendo caído aos pés da União Desportiva do Songo (1-0) na primeira jornada. Depois goleou o Incomáti (6-0) na 3ª jornada e bateu A Associação Desportiva de Vilankulo (3-1) na ronda 6.

Em sentido contrário está o Ferroviário de Nacala que foi goleado pelo seu homónimo de Maputo por 3-0.

Oitavos classificados com nove pontos, os nacalenses apontam a para a redenção na deslocação ao terreno da Black Bulls.

Fora de casa, o Ferroviário de Nacala conseguiu duas vitórias, sendo que a primeira foi diante do Matchedje de Mocuba (3-1), em desafio inserido na 2ª jornada, e a segunda na deslocação ao terreno do Incomáti onde bateu a equipa da casa por 1-0.

Sábado, com a alteração de calendário, somente será realizada a partida entre a Associação Desportiva de Vilankulo e a Liga Desportiva de Maputo.

Além do Black Bulls vs Ferroviário de Nacala, teremos, domingo, os duelos Ferroviário de Maputo vs Ferroviário de Nampula; União Desportiva do Songo vs Ferroviário de Lichinga; Ferroviário da Beira vs Costa do Sol; e Incomáti vs Matchedje de Mocuba.

O Moçambola 2022 já produziu um total de 84 golos, uma média de 2,1 golos por jogo. A União Desportiva do Songo e a Associação Black Bulls apresentam o melhor ataque da competição com 14 golos marcados cada.

Biden assina documentos de ratificação aprovando adesão à OTAN para Finlândia e Suécia

Fonte: Cnbc

O presidente  Joe Biden  assinou os documentos de ratificação na terça-feira, aproximando a Finlândia e a Suécia da adesão à aliança da Otan.

″[O presidente russo Vladimir] Putin pensou que poderia nos separar”, disse Biden da Sala Leste da Casa Branca. “Nossa aliança está mais próxima do que nunca, está mais unida do que nunca e, depois que a Finlândia e a Suécia se unirem, seremos mais fortes do que nunca.”

Na semana passada, o Senado votou por 95 a 1 para ratificar a entrada da Finlândia e da Suécia na aliança militar mais poderosa do mundo.

Em maio, ambas as nações iniciaram o processo formal de candidatura à OTAN em meio à guerra da Rússia na Ucrânia. Moscou, há muito cautelosa com a expansão da Otan, se opôs aos planos das duas nações de ingressar na aliança.

Tanto a Finlândia como a Suécia já cumprem muitos dos requisitos para serem membros da OTAN. Alguns dos requisitos incluem ter um sistema político democrático funcional, uma vontade de proporcionar transparência económica e a capacidade de fazer contribuições militares para as missões da OTAN.

“Eles atenderão a todos os requisitos da Otan, estamos confiantes nisso”, disse Biden antes de assinar os documentos.

No início deste ano, Biden recebeu líderes de ambos os países na Casa Branca e prometeu trabalhar com o Senado – que deve aprovar a aprovação dos EUA das propostas da OTAN – e os outros 29 membros da aliança para trazer rapidamente a Suécia e a Finlândia para o grupo.

Na época, Biden, ladeado pelo presidente finlandês Sauli Niinisto e pela primeira-ministra sueca Magdalena Andersson, disse que os dois países “tornariam a Otan mais forte”. Ele chamou seus movimentos para aderir ao pacto de uma “vitória para a democracia”.

Após a assinatura de Biden, os governos da República Tcheca, Grécia, Hungria, Portugal, Eslováquia, Espanha e Turquia ainda precisarão assinar os instrumentos de ratificação.

“Peço aos aliados restantes que concluam o processo de ratificação o mais rápido possível”, disse Biden, um desenvolvimento que deve ocorrer até o final de setembro. “Os Estados Unidos estão comprometidos com a aliança transatlântica. Vamos escrever o futuro que queremos ver.”

Em junho, o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, disse que os líderes da aliança chegaram a um acordo para admitir a Finlândia e a Suécia depois de resolver as preocupações da Turquia.

Anteriormente, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan disse que não aprovaria os pedidos, citando seu apoio a organizações curdas que a Turquia considera ameaças à segurança.

Durante uma cúpula da OTAN em Madri, os ministros das Relações Exteriores da Finlândia, Suécia e Turquia assinaram um memorando para confirmar que a Turquia apoiará as novas propostas da OTAN.

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